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01/10/2017
Campanha Setembro Amarelo chega ao fim em 2017, mas o trabalho continua!

O mês de setembro chega ao fim e, com ele, se encerram também as ações pontuais da Campanha Setembro Amarelo. Durante todo o mês, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, juntamente com as suas federadas, e o Conselho Federal de Medicina – CFM mobilizaram-se em prol da prevenção do suicídio, lembrando que esta é uma causa de morte que pode ser evitada.

Estima-se que quase 100% dos suicídios tenha sido ocasionado por doença mental não tratada, ou tratada de forma inadequada. Desta forma, a conscientização sobre a importância do tratamento dos transtornos psiquiátricos é fundamental para prevenir o suicídio de forma eficaz.

Através da Campanha Setembro Amarelo, ao informar corretamente a população acerca dos sinais de alerta para o comportamento suicida, a ABP e suas federadas pretendem chamar a atenção para os fatores de prevenção da segunda maior causa de jovens entre 15 e 29 anos.

Tivemos inúmeras ações ao longo de todo mês, o que caracteriza a Campanha Setembro Amarelo como a maior campanha anti estigma do mundo. Foram diversos monumentos iluminados por todo o país, dezenas de caminhadas realizadas, palestras, simpósios e seminários para toda a sociedade, ações de panfletagem, além de quatro programas ABPTV inteiramente voltados para o tema (links ao final).

Vice-coordenador da Campanha, o Dr. Alexandre Paim Diaz destaca que a campanha precisa de todos para seguir em frente: “o sucesso da campanha vai depender diretamente do engajamento da sociedade civil, nos ajudando a divulgar os principais sinais de alerta, os fatores de risco, as formas de prevenção e, principalmente, no combate ao estigma relacionado aos transtornos psiquiátricos – isso é fundamental”.

Publicada no site da ABP, a página especial do Setembro Amarelo permanecerá ativa, mantendo público o acesso ao material da campanha durante todo o ano, com informações sobre a prevenção do suicídio.

O coordenador nacional da Campanha, Dr. Antônio Geraldo da Silva, falou sobre a proporção que a campanha atingiu ao longo dos anos: “Nós tivemos ações de norte a sul, em todas as capitais do país, no interior do país. Este é um grande trabalho que precisa ser continuado”, destaca o coordenador nacional.

 

 
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